Banco do BRICS pretende investir pelo menos US$ 2,5 bi no Brasil

Banco do BRICS pretende investir pelo menos US$ 2,5 bi no Brasil

O presidente do NDB, indiano Kundapur Vaman Kamath, comemorou a iminente abertura do escritório da organização no Brasil e assegurou mais investimentos no país.

O presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), também conhecido como o Banco dos BRICS, o indiano Kundapur Vaman Kamath, se reuniu na tarde desta quarta-feira com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para discutir a formação de uma agenda de trabalho conjunta de modo a impulsionar os investimentos estrangeiros na carteira de projetos de concessão no país.

O ministro brasileiro apresentou projetos de infraestrutura que serão concedidos à iniciativa privada. O NDB informou ter a meta de investir inicialmente US$ 2,5 bilhões no Brasil.

“Como estamos falando de um banco de desenvolvimento criado para alavancar investimentos nos países membros do BRICS, queremos fazer valer esse propósito e aportar estes recursos em nossos projetos mais desafiadores”, disse Tarcísio Freitas, citado pela Agência Brasil.

Nesta quarta-feira, Brasília recebeu uma série de eventos, realizados no âmbito da 11º Cúpula do BRICS, que reúne, até quinta-feira os chefes de estado do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Durante um café da manhã, oferecido para empresários e para o presidente do NBD pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira, Kamath comemorou a iminente abertura oficial do escritório do banco no Brasil, e garantiu que o número de projetos financiados pela instituição na região sul-americana deve aumentar, com particular atenção aos projetos em sustentabilidade, revelou um membro da delegação brasileira à Sputnik Brasil.

O BRICS criou o banco em 2015, durante a cúpula do grupo, realizada em Fortaleza, Brasil. O propósito da instituição, cujo capital inicial autorizado foi de 100 bilhões de dólares, é financiar o desenvolvimento sustentável de projetos de infraestrutura nos países de economias em desenvolvimento.

Fonte: Sputnik

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