Forças especiais russas na selva brasileira
O correspondente de guerra Alexander Sladkov, relata como foi o convívio de forças especiais russas na selva brasileira
O correspondente de guerra Alexander Sladkov, relata como foi o convívio de forças especiais russas na selva brasileira. “Foi o treinamento mais incomum em que participei. E, em geral, o que vi com meus próprios olhos. Mas aqui, o objetivo foi sobreviver”.
Em suma, nós (eu, as forças especiais, o pessoal do Ministério de Assuntos Internos, as Forças Aerotransportadas e os veteranos) nos tornamos estagiários, e não estávamos minimamente preparados para a vida na selva e mergulhamos em um ambiente natural e hostil. Fomos levados ao Zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), do Exército Brasileiro (EB). Lá nos foi ensinado o que podemos comer e o que pode nos comer.
Tivemos uma visão vislumbre de javalis selvagens, pythons, macacos. Nos foi explicado como caçar cobras. Mas eles explicaram que, se alguém de nós fosse picado por uma cobra, o método de sobrevivência é a evacuação.
Mas é improvável que alguém possa ser transportando rapidamente pela selva, pois a caminhada até a clareira mais próxima, adequada para se pousar um helicóptero leva de um a dois dias de caminhada pela selva densa. No final do primeiro dia de treinamento, ainda éramos novatos. Foi quando vimos um pelotão inteiro daqueles que já haviam completado esse treinamento.
Eles correram em formações pela unidade militar, fizeram um juramento e rasgaram a atmosfera com gritos de “Sel-va!” Fonte: Rusvesna Tradução e Adaptação: DefesaTV
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